Andréa e a Jêniffer morrendo de frio...
Eu e meu físico atlético (não se enganem, minha barriga está desse tamanho por causa do vento...). A cor da minha mão mostra meu esforço para acender o fogo.
Água...
A água molhada que nos deixou molhados.... e o carvão também...
O início do dilúvio no clube... hehehe
A Tia Sá bulinando a churrasqueira...
Essa é a lateral da churrasqueira após a chuva...
Finalmente o sol apareceu...Prezados leitores que não são meus.... rs Invadi o blog da Tia Sá. Hoje quem dirá como foi o fim de semana sou eu. Programamos um churrasco no clube da Assejus no sábado(04/12). Mais cômico não poderia ser. Combinamos (eu, minha mulher Jêniffer, a Tia Sá, seu marido e minha prima Andréa) de nos encontrar na Esplanada dos Ministérios as 09h da matina.
Eu acordei 7h e fui malhar meu físico atlético (as fotos comprovam...) junto com minha mulher e estávamos pontualmente as 09h na esplanada dos ministérios. Doce ilusão.... 10h aparecem os outros participantes do churrasco com cara de que acabaram de acordar... tudo bem, eu já sabia que isso aconteceria mesmo.
Chegamos no clube. Que maravilha! O sol rachava o barro do cerrado, mas como somos muito sortudos e Brasília é imprevisível, o clima mudou bruscamente e caiu um temporal que não só nos molhou e deixou com muito frio, como também molhou nosso único saco de carvão.
Não nos deixamos abater, fomos para a churrasqueira e estávamos empolgadíssimos para assar a carne, porém, descobrimos que o clube não fornecia grelha e nós não tínhamos levado. Eu e o Max - conhecido vulgarmente como Max Fivelinha - fomos para o supermercado. Coisa de principiante... voltei do supermercado com a grelha, um espeto, uma garrafa de álcool e mandamos ver - ou pelo menos tentamos - no churrasco.
Jogamos o carvão na churrasqueira e eu tentei pela primeira vez na minha vida acender a churrasqueira (sempre quem acende é meu pai, com suas técnicas mirabolantes...). O carvão estava molhado... o fogo acendeu na marra mas não estava liberando calor suficiente para assar a carne. Aí começou a sacanagem.... tive que aguentar o Max perguntar insistentemente para minha mulher como acender meu fogo... que meu fogo não pegava e outras coisas do tipo... tudo bem, né? O que é um peido para quem está cagado? É ouvir e rir nessas horas.
Como eu e o Max já havíamos saído para comprar a grelha e as mulheres haviam ficado no clube, pedimos para que elas comprassem mais um saco de carvão, pois o fogo estava aceso mas sem fazer muito efeito. Elas compraram e finalmente conseguimos obter calor suficiente para assar a carne. Isso porque assim que elas voltaram o sol abriu... vai entender Brasília, né?
Já haviam passado umas duas horas até aqui e nós cinco parecíamos estar assistindo televisão de cachorro, doidos para comer a carne. Saíram umas linguiças, uns pedaços de carne e fomos enganando nossa fome.
As mulheres resolveram tomar sol e aí começaram as pérolas do Max: "A Andréa está com um mostruário de bijouteria no umbigo"... (era um piercing...). "as solteira saem para liberar a bacurinha...." quase tivemos que comprar um dicionário para entender certas coisas...
No fim das contas, comemos bastante carne. Tinha picanha, linguiça, pernil de porco... tudo acompanhado do bom e velho feijão tropeiro da Nanana (essa é a Sebastiana, minha avó). Nos acabamos e ficamos admirando o tamanho das nossas barrigas...
Foi um fim de semana bem agradável que pode e deve ser repetido por várias vezes. O único problema é que não entramos na piscina, mas da próxima vez, com certeza entraremos.
Isso me lembrou os Mamonas Assassinas e sua música Sábado de Sol, mas no nosso caso teria que ser modificada....
Sábado de sol, programei um churrascão
Pra levar a galera, pra encher o buchão
Chegando lá mas que vergonha, molhei o carvão
Os outros caras tavam doidão, querendo meu churrascão....
Tá, tudo bem, a paródia ficou péssima, mas o fim de semana foi bom.
Abraço,
Eduardo
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